Porta

Faz tuas contas quando morre

da vida

uma coisa que some

 

Não há nada de novo em seu olho

agora que compreende

o que foi-se

no tempo que respirava

 

Vivemos

 

no espaço debruçado sobre ti

como se fosse uma porta

 

pra fora do mundo

 

que era.

 

 

Henrique Barreto 

O autor tem 27 anos e há três mantém suas poesias no projeto saopoesias.wordpress.com. Deseja publicar seu primeiro livro.

hleder@gmail.com

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