Com sua licença, senhor

Não me queira mal por chegar assim: de mãos abanando. Cheguei como pude, mas cheguei – sem terno, mortalha, roupinha melhor. Sem a compostura devida. Compostura devida nunca foi minha praia.

Venho como vivi: quase pelado, de bermuda ordinária, camiseta simples, chinelos. Com cigarros no bolso, caixinha de fósforo na mão… E um samba rascunhado na cabeça.

Pode fumar aqui, Senhor?

orlando3Orlando Silveira orlandosilveira@uol.com.br

Blog: http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/

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Um pensamento sobre “Com sua licença, senhor

  1. O importante meu nobre cronista e jornalista Orlando Silveira é que trazes sempre consigo esta inteligência privilegiada que de maneira sucinta e objetiva atende as exigências destes tempos modernos e nos torna cada vez mais, seus admiradores!

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